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TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO
ESCOLHA DA ROTA Através do estudo do mapa de orientação descobrimos as dificuldades (rios, matas fechadas, penhascos, colinas, banhados, etc) e as facilidades (trilhas, matas abertas, cercas, pontes, campos, etc) que o terreno apresenta. Cabe ao atleta escolher a rota mais conveniente entre um ponto de controle e outro. Analisando o mapa e o terreno, decide se é melhor subir uma colina, atravessar andando um banhado ou uma mata fechada, ou correr uma distância maior por uma trilha que leve ao ponto de controle.
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USO DO POLEGAR O uso do polegar é de fundamental importância para a leitura do mapa durante a corrida, pois dessa forma o atleta não precisa interromper a sua progressão para localizar sua posição no mapa de orientação. Uma maneira prática de segurar o mapa é dobrá-lo de forma que apareça somente a região onde se está progredindo.
PONTO DE ATAQUE Ao aproximar-se do ponto de controle, o atleta deverá comparar atentamente o mapa com o terreno, escolhendo um acidente bem definido no mapa e no terreno, de onde partirá, orientado e com certeza para encontrar o ponto de controle.
MEDIDA DE DISTÂNCIAS A contagem de passos duplos é o melhor método para a medida de distâncias no terreno. Um passo duplo é igual a dois passos normais contados sempre que o mesmo pé (esquerdo ou direito) tocar o solo. Uma boa sugestão para o orientador será determinar seu próprio “passo duplo médio” para as diversas velocidades ( correndo, trotando ou andando) nos diferentes tipos de terreno (limpo, inclinado, banhados, matas, etc), e anotá-los na bússola para não esquecer. Quando não se pode aferir o passo duplo por algum motivo, podemos considerar: - Crianças => 100 m = 70 passos duplos andando ou 50 correndo; - Adultos => 100 m = 60 passos duplos andando ou 40 correndo. Para facilitar a determinação das distâncias, recomenda-se que seja feita sempre múltipla de 100 metros. PONTARIA INDIRETA Quando os pontos de controles estão colocados em objetos lineares (cercas, renques de arvores, trilhas linha de alta tensão etc), o erro calculado para a esquerda ou direita desse controle, facilita a abordagem do mesmo. Assim que se atinge o objeto linear, basta corrigir o erro para o lado contrário em que o erro foi calculado e seguir o objeto para encontrar o ponto de controle.
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